23 Jun 2010
O mês de junho, sobretudo no Nordeste, se caracteriza como um ciclo inteiro de festas. A tradição religiosa e a diversão convivem praticamente todos os dias, desafiando as pessoas a manterem o equilíbrio entre responsabilidades profissionais e o gosto pelo forró, pelas quadrilhas, pelos arraiais que se espalham pelas cidades.
É um equilíbrio que requer cuidados, pois, caso contrário, um passo em falso nessa dança pode significar um estrago na imagem profissional. Como nos festejos de fim de ano ou em qualquer recepção social, o segredo é descontrair sem exageros, não extrapolando nunca os limites do bom-senso. Evite excessos de bebida, fuga de uma postura ética, fofocas de qualquer natureza e tudo que possa comprometer a sua imagem e a de sua empresa.
Enfim, não deixe a fogueira da animação chamuscar o seu São João.
16 Jun 2010
A Geração Y é formada por jovens da era digital, com acesso a muitas informações, mas normalmente com dificuldade de nelas se aprofundarem. Quase sempre impacientes e imediatistas, esses jovens foram criados em ambientes interativos, onde as relações hierárquicas são menos marcantes.
Agora, ao chegar ao mercado, essa geração precisa se adaptar ao ambiente organizacional, e, por sua vez, as empresas devem se preparar para recebê-la. Como? Sem saudosismos, reclamações e atitudes autoritárias. O melhor é desenvolver políticas de reconhecimento e de recompensa e uma comunicação mais adequada, dedicando mais tempo à formação desses novos profissionais e propiciando-lhes limites ainda mais claros.
Em síntese, para lidar com a Geração Y e aproveitar as inovações que ela pode trazer, é preciso liderança sem autoritarismo, apenas com firmeza.
14 Jun 2010
9 Jun 2010
A difícil busca por profissionais preparados no mercado e a urgência de contratação têm feito com que muitas organizações atropelem etapas essenciais do processo seletivo. Em pouco tempo, deseja-se contratar o profissional ideal, o que é uma ilusão.
A seleção é uma importante ferramenta empresarial e deve ter seu tempo de maturação respeitado. Um processo seletivo rápido demais acaba dificultando a análise dos selecionadores e assustando o candidato, que precisa fazer uma opção de futuro na carreira. Quando, ao contrário, ele acontece lentamente, é provável que o profissional desista do cargo, pois outras oportunidades podem surgir.
O ideal para selecionar profissionais para cargos estratégicos é uma duração de cerca de trinta dias, tempo suficiente para o candidato buscar informações da empresa e amadurecer a ideia e também para os selecionadores fazerem uma análise justa e contundente. Sem pressa e com qualidade!
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