11 Jan 2008
Já não é novidade que o mercado se torna cada vez mais competitivo. Isso significa que o desenvolvimento profissional requer o investimento contínuo em capacitação. Vale lembrar que esse investimento vai bem mais além do que se dedicar a uma faculdade: esse é apenas o primeiro dos vários degraus que o profissional terá de percorrer durante sua carreira. Sabendo disso, todo estudante deve pensar em meios para desenvolver suas competências desde o início de sua vida acadêmica — ou seja, antes mesmo de iniciar a prática profissional.
Primeiramente, é sempre bom saber identificar a profissão mais adequada. Para tanto, é muito importante a opinião de pessoas que conheçam o curso, as instituições que o oferecem ou até mesmo o exercício profissional. Isso ajuda a ter mais visão de como será, na prática, a jornada. Igualmente importante é saber o que essa formação exigirá de você: qual a carga horária, a grade curricular, a duração do curso, etc. O segundo passo é a escolha da instituição: de preferência, opte por uma reconhecida. Resista à tentação de seguir os modismos — tanto de cursos quanto de instituições: procure orientar sua escolha por indicadores concretos e boas referências.
Traçadas as primeiras linhas, chega a hora de pensar no direcionamento que você pretende dar à sua carreira. Lembre-se de que cada profissão oferece um leque imenso de opções, e, quanto mais direcionados os esforços, mais eficazes eles tendem a ser. Portanto, desde o começo da sua formação, é importante ter o hábito de conversar com pessoas mais experientes — pais, professores, orientadores —, que podem avaliar seu desempenho, identificar suas aptidões, indicar em que investir e apontar o que precisa ser melhorado. A auto-avaliação também é indispensável. Com isso, temos os primeiros elementos do nosso plano de carreira.
É preciso ter o mesmo cuidado na hora de escolher atividades extra-curriculares. Antes de se dedicar a uma delas, tenha o cuidado de verificar sua aplicabilidade. Fazê-las apenas para “encher currículo” representa custos desnecessários e, não raro, desgaste. Selecione bem as atividades a que se dedicar, procure não desviar do seu foco e lembre-se de que a capacitação também ocorre no dia-a-dia — com a prática de boas leituras, a atualização constante, a ampliação da cultura geral, etc.
Como vimos, sai na frente aquele que tem a consciência de que o futuro se constrói desde cedo, um pouco a cada dia. Ou seja: saber reconhecer o peso de cada escolha ao longo da trajetória não só diminui as chances de escolhas malsucedidas, como também permite que tenhamos mais tempo para rever eventuais escolhas equivocadas. Portanto, a hora de pensar no futuro — com bastante atenção aos detalhes, que fazem a diferença — é agora. Mãos à obra!
18 Abr 2007
A vida profissional se constitui de uma seqüência de desafios, que geralmente começa com a seleção para ingressar na vida acadêmica. Vencida essa etapa, chega a hora de pensar nas próximas responsabilidades, ligadas ao ingresso no mercado de trabalho.
Assim como a aprovação no vestibular, o ingresso no mercado de trabalho não representa um fim, mas o início de novos compromissos e responsabilidades. Isso significa que o desafio não é apenas chegar ali, mas se manter no mercado e alcançar posições cada vez melhores. Para tanto, a busca pela capacitação não se limita às atividades acadêmicas: o próprio mercado pode ter muito a lhe oferecer. E é fundamental que você saiba aproveitar essas oportunidades e — por que não? — criar alternativas.
A principal delas — uma condição de sobrevivência — é se manter atualizado: buscar informações da sua área de interesse e conhecimentos gerais. Dentro das organizações, esse conhecimento pode ser compartilhado através de grupos de estudo. Se a sua empresa não possui um, você pode ter a iniciativa de criar. Isso demonstra envolvimento e conta pontos positivos para a sua imagem.
Outra maneira interessante de se capacitar dentro da própria organização é o mentoring, que consiste no monitoramento do jovem profissional por um outro mais experiente, o mentor. Há também o job rotation, um processo de rodízio de funções dentro da organização, o que torna os membros da equipe multifuncionais. Porém, se a empresa não utiliza o mentoring ou o job rotation, você pode fazer a sua parte: basta ter um profissional experiente como referencial e acompanhar, na medida do possível, os diversos processos que ocorrem na organização, tentando compreender cada um.
É verdade que nossa bagagem de conhecimento não deve se limitar ao conteúdo acadêmico. Também é verdade que nem toda capacitação requer necessariamente um investimento financeiro. Por isso, o mais importante é ter a consciência de que sempre podemos melhorar e ter a iniciativa de buscar novos conhecimentos. É isso que caracteriza os profissionais bem-sucedidos.
| TESTETET1 |