Arquivo para a Categoria ‘Clima Organizacional

O VALOR DA CORTESIA

O foco exclusivamente nos resultados e o aperto do tempo tornaram-se inimigos da cortesia dentro e fora das empresas, e atitudes simples que ajudam a melhorar o clima nas organizações têm ficado pra trás.

Atualmente, há uma supervalorização da demanda profissional em detrimento das relações interpessoais. Muitos profissionais entram no piloto automático e acabam esquecendo a cortesia, praticada num simples “bom-dia” ou “obrigado”. Assim, esquecem também que o que marca um relacionamento, seja profissional ou pessoal, é a qualidade do vínculo, o valor dos gestos.

Convenhamos que tratar bem as pessoas, fazendo com que se sintam cuidadas e únicas, não requer nada de extraordinário. Ser cortês pode estreitar os vínculos e até deixar o trabalho mais produtivo — e gratificante.

RECONHECENDO A IMPORTÂNCIA DA REUNIÃO

Importante ferramenta de trabalho, a reunião nem sempre é bem compreendida pelos participantes. Muitos costumam faltar a esses encontros por considerá-los improdutivos ou uma perda de tempo. Mas será mesmo que todos são assim? Ou o problema também está no profissional, que não consegue enxergar a oportunidade?

Para os participantes, a reunião é uma oportunidade de discutir e expor sua opinião. Se o profissional acha a sistemática improdutiva, cabe a ele também mudá-la alertando sobre o que não está funcionando. Para isso, ele precisa entender o objetivo da reunião e perceber sua participação como uma valorização do seu trabalho.

Afinal, fazer parte da discussão é ter sua opinião e sua produtividade reconhecidas.

AUSÊNCIAS EM REUNIÕES

Alguns profissionais, vez por outra, precisam faltar a reuniões de trabalho, principalmente quando elas são sistemáticas. Desde que isso não ocorra com frequência, eles estão no seu direito. Mas tanto os faltosos quanto os presentes têm algumas obrigações a cumprir.

Quem faltou tem o dever de correr atrás do que foi discutido. Por outro lado, os participantes devem adiar a discussão se for necessária uma decisão que dependa do profissional ausente. E, se for decidido algum encaminhamento sob responsabilidade do faltoso, o coordenador da reunião precisa avisá-lo.

Portanto, nada de desculpas. Todo mundo tem o direito de se ausentar alguma vez, mas ninguém pode fazer dessa ausência um entrave ao bom andamento dos processos.

BRINCADEIRA TEM HORA

Todos sabem que o bom humor é capaz de tornar o ambiente de trabalho — assim como qualquer outro — mais agradável. O problema está no momento em que comentários engraçados excedem os limites do profissionalismo.

Muitos profissionais pecam ao tentar se aproximar de seus colegas por meio de brincadeiras constantes. Simpatia, receptividade e cortesia são sempre características bem-vindas, mas o excesso de descontração prejudica a seriedade do trabalho, ofuscando a competência do profissional. Dificilmente uma empresa gostaria de ser representada por um “brincalhão”.

O clima descontraído é necessário, mas deve-se observar o tipo de brincadeira, o momento e as pessoas a quem é dirigida. Afinal de contas, brincadeira tem hora.

GAFES: COMO LIDAR COM ELAS

Em ambientes de trabalho, é comum ocorrerem gafes. E elas são das mais diversas naturezas: um comentário inoportuno, um comportamento inesperado ou mesmo o desconhecimento de um assunto. O que fazer então para “consertar” esse tipo de constrangimento?

Existem situações que não exigem “conserto”, ou seja, o melhor mesmo é mudar de assunto sem colocar a gafe em evidência. Mas há outras em que claramente alguém se sente ofendido. Nesse caso, ao perceber esse desconforto, o autor da gafe deve, sim, pedir desculpas, mas sem se justificar demais para não fazer, como se diz, “a emenda sair pior do que o soneto”.

Para escolher a melhor saída, é necessário pensar rápido, mas avaliando a situação com bom-senso. E o mais importante: muito cuidado para não piorar as coisas ainda mais!

2007: PRODUZA MAIS E DESCANSE BEM

É fácil constatar que 2007 será um ano bem diferente de 2006: terá menos feriados e começa “mais cedo”, já que o carnaval cai em fevereiro. Sem contar que, em 2006, o País praticamente parou por causa da Copa do Mundo. Mas como isso se reflete no mundo empresarial?

Esses fatores farão deste um ano de boas perspectivas em termos de produtividade. Com poucos feriados e paradas, pode-se produzir mais do que no ano passado, mantendo um ritmo saudável para a empresa. Os descansos também serão escassos — é bom aproveitá-los ao máximo.

Fique atento: para melhorar sua produtividade em 2007, é indispensável um planejamento cuidadoso. Dessa forma, otimiza-se o tempo e não se desperdiçam as oportunidades.

O AMBIENTE DE TRABALHO INSATISFATÓRIO

Na edição anterior, o Minuto Ágilis tratou empresas que são um bom lugar para se trabalhar, apontando características que tornam o ambiente de trabalho agradável, segundo pesquisa do Guia 2005 Exame/Você S/AAs Melhores Empresas para Você Trabalhar. A enquete levantou outro questionamento: o que, numa organização, gera insatisfação? As respostas foram:

•    Sobrecarga de trabalho. Embora cada vez mais comum, permanece como principal fator de insatisfação.
•    Parcialidade. Tratar determinados grupos ou pessoas com privilégios, sem estabelecer regras claras de promoção, por exemplo.
•    Descrédito. Pouca confiança nas políticas da empresa (de promoção, de distribuição de lucros, etc).
•    Falta de retorno. Ausência de um sistema claro de avaliação de desempenho, pouca resposta às solicitações, etc.

Tudo isso causa insegurança, tornando o ambiente de trabalho pouco atraente e pouco produtivo.

UM BOM LUGAR PARA TRABALHAR

Publicado recentemente, o Guia 2005 Exame/Você S/A – As Melhores Empresas para Você Trabalhar traz, como o nome indica, a lista das 150 organizações que oferecem o melhor ambiente de trabalho aos seus profissionais. Entre os fatores de satisfação, os mais apontados foram os seguintes:

1.    Oportunidade de crescimento, através de processos de seleção interna,  valorização da prata da casa e capacitações.
2.    Atenção à qualidade de vida, com programas de ginástica laboral, acompanhamento nutricional, carga horária bem dosada, etc.
3.    Política de remuneração e benefícios com critérios claros e justos.
4.    Clima de camaradagem, num ambiente de cooperação, interação e solidariedade.
5.    Credibilidade da empresa, perante os próprios empregados e o mercado.
6.    Sentimento de orgulho por pertencer à organização.

O AMBIENTE DE TRABALHO EFICIENTE

É cada vez mais notória a influência do ambiente de trabalho na eficiência das empresas. Em locais estressantes e com relacionamentos impessoais, o profissional tende a encarar o trabalho como um fardo e, conseqüentemente, os resultados são negativos. 

Para reverter esse quadro, é importante criar um ambiente que favoreça a integração, facilite a aproximação — sem intimidade, pois é importante manter os vínculos formais — e faça os profissionais se sentirem partícipes do processo de construção e crescimento da empresa.

As organizações precisam de um modelo de gestão, que privilegie a clareza e a transparência na comunicação interna, tolerem os “erros construtivos” e, principalmente, estimule a criatividade dos profissionais.



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