14 Dez 2009
Ainda é comum encontrar profissionais direcionando sua carreira exclusivamente na busca de ótimos salários. Mas a experiência comprova: quando se trabalha com o que não se gosta ou não se aprende a gostar do que se faz, não há remuneração boa o suficiente para compensar o esforço.
Muitos profissionais com foco somente no salário e insatisfeitos com a atividade que desempenham costumam enxergar problemas no ambiente de trabalho, no relacionamento com os colegas e até na própria remuneração. Quando falta prazer ou não há identificação com o que se faz, é comum ocorrer irritação e desgaste emocional.
Assim, será que vale mesmo a pena focar somente no retorno financeiro? Tendo consciência de que passamos a maior parte de nossas vidas no trabalho, o ideal mesmo seria conciliar carreira com satisfação pessoal.
4 Fev 2009
As viagens a trabalho, normalmente, costumam ser bem-vindas no início pelo caráter de novidade que trazem. Mas, com o tempo, quando se tornam mais frequentes, passam a ser recebidas com aborrecimento e até negação. O que fazer, então, para torná-las mais proveitosas?
Comece pela escolha do hotel antes de partir. O ideal é um bem localizado, próximo aos locais que serão visitados a trabalho, mas também a boas opções de programas culturais noturnos. Aproveitar o tempo livre para curtir atividades diferentes das oferecidas no próprio estado é sempre uma boa opção. Outra dica é investir em contatos para ampliar a rede de relacionamentos.
Enfim, se tiver que enfrentar aeroportos ou estradas frequentemente, não deixe que isso se torne um aborrecimento. Afinal, trabalho e lazer podem embarcar juntos.
26 Abr 2006
Na edição passada, apresentamos a pesquisa A comunicação na organização do trabalho: construindo identidades e submissão, realizada em empresas do Recife por Raquel Falcão, mestra em Comunicação Social. Na oportunidade, listamos os assuntos que, na comunicação interna, causam mais interesse na equipe. Agora, divulgamos os dados sobre o nível de satisfação dos funcionários e a imagem que fazem da empresa.
O resultado aponta quatro perfis distintos. São eles:
1) Satisfeito e motivado (fala da empresa com orgulho e se inclui nela, demonstra gratidão, pensa em soluções para o futuro): 31%.
2) Insatisfeito, mas ainda motivado (demonstra revolta, reivindica reconhecimento, faz sugestões, quer fazer parte do futuro da empresa): 39%.
3) Insatisfeito e desmotivado (está na empresa por falta de opção, não participa das decisões, não se sente valorizado): 15%.
4) Distante e impessoal (não se interessa, fala da empresa como algo distante, não “veste a camisa”): 15%.
4 Jan 2006
O trabalho, uma das instâncias estruturadoras da vida, tem óbvios e incontáveis benefícios. Mas também é fonte de angústia. Por isso, é mais suportável quando se faz o que se gosta. Isso é uma verdade. Mesmo assim, uma coisa é certa: não há trabalho — nem ambiente de trabalho — sem angústia.
É preciso cuidado para não confundir essa realidade com um “não gostar”. Portanto, antes de sair por aí fugindo do seu emprego, pondere: veja se, no seu caso, realmente há incompatibilidade com o ofício ou se suas insatisfações são apenas fruto dessa carga inescapável de angústia.
Por fim, lembre: nem sempre é possível fazer o que se gosta. Mas é possível — e, muitas vezes, preciso — esforçar-se para gostar do que se faz.
| TESTETET1 |