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O RISCO DO DETALHISMO

Buscando obter resultados sempre melhores, muitos profissionais têm procurado realizar tarefas com perfeccionismo. Porém, muitas vezes, ficam paralisados e perdem um precioso tempo.

Há algumas tarefas que não demandam detalhismo para serem satisfatórias. Em muitas ocasiões, prefere-se um bom desempenho, com entrega de trabalhos em tempo hábil, do que um ótimo que use recursos além dos necessários. A capacidade de realização, em alguns casos, é mais importante do que os detalhes, às vezes mais importantes para os profissionais do que para os clientes.

Por isso, é interessante que o profissional aprenda a conviver com as dificuldades e faça o que tem que ser feito na medida do possível e da melhor maneira, usando tempo e recursos de forma racional.

AUTOAVALIAÇÃO

Muitos profissionais têm uma dependência em relação ao feedback do outro para avaliar seu próprio desempenho. Não há dúvida de que esse instrumento é importante, mas há outros que também podem ajudar. Um deles é a autoavaliação.

Poderoso meio para se chegar aos pontos que precisam ser melhorados, a autoavaliação deveria ser mais usada e discutida nas empresas. Ninguém melhor que o próprio profissional para reconhecer suas competências e fraquezas. E por que não compartilhar com alguém o resultado dessa autocrítica?

Procure não esperar o outro, mas se adiantar perguntando a opinião dele sobre alguns aspectos que você analisou. Isso provavelmente deixará seu interlocutor mais à vontade para tratar de pontos que você mesmo levantou.

POSTURA PROFISSIONAL

É muito comum ver profissionais ligados em cursos e programas relacionados à sua área. Mas não adianta se preocupar somente com capacitação. Para atingir o sucesso, é fundamental cultivar valores morais e assumir uma postura verdadeiramente profissional.

O fato é que qualquer profissional demora muito tempo para formar uma boa imagem, mas bastam alguns minutos para acabar com ela. Daí a importância de cultivar valores como caráter, honestidade e respeito no dia a dia de seu trabalho. Esses valores, aliás, devem estar presentes em todas as relações: tanto com os colegas da equipe quanto com os diretores, clientes e fornecedores.

No fim das contas, fica a lição: mantenha uma postura profissional. Você será valorizado não só pela técnica, mas também pelas condutas positivas.

Ao assumir um cargo de gerência, muitos profissionais não se dão conta das difíceis atribuições que ele exige. Uma delas é a determinação de limites. Por mais incômoda que possa ser, ela é indispensável.

Grande parte dos gerentes teme chamar a atenção e enquadrar sua equipe com medo de contrariá-la. Alguns até preferem não fazer isso em nome do bom relacionamento. Mas gerentes tolerantes demais, na verdade, costumam ser taxados de omissos e descuidados, o que pode pôr em risco sua autoridade.

Para exercer bem o papel de representante da organização, o gerente precisa colocar limites e saber dizer “não” a pedidos descabidos. Afinal, essa é uma atitude mais do que necessária para a formação e o desenvolvimento de qualquer equipe.

FLEXIBILIDADE DE HORÁRIO

Seguindo a tendência crescente, muitas empresas estão permitindo que seus profissionais cumpram um horário de trabalho flexível. Isso pode ser benéfico para ambas as partes, mas é uma prática que requer alguns cuidados.

Vale lembrar que flexibilidade é diferente de não ter horário. Chegar cada dia na hora desejada ou montar um esquema de horas próprio sem combinar com os gestores pode gerar contratempos. O mais comum é a equipe ficar desfalcada por conta da ausência de pessoal no início ou no fim do expediente.

Para evitar situações como essa, é preciso haver um acordo prévio com a empresa. Estabelecendo algumas regras, a flexibilidade de horário pode ser uma prática viável, trazendo qualidade de vida para o profissional e bons resultados para a organização.

SMARTPHONES: UM ALÔ PARA O BOM-SENSO

O celular virou um telefone esperto como diz seu nome em inglês. Mas o que não vem sendo nem esperto nem inteligente é o seu uso de forma intempestiva e inadequada, sobretudo quando dele partem textos, imagens e filmes que, sem qualquer critério, vão quase que instantaneamente parar nas chamadas redes sociais.

As pessoas, no ambiente corporativo, não vêm dimensionando o alcance desse uso equivocado. Não imaginam que podem causar danos a si próprias e às empresas. Assim, dão as costas ao respeito à privacidade e a situações em que deveriam solicitar autorização para filmar, gravar ou fotografar. Afinal, se está na internet, está no mundo inteiro.

Para evitar problemas, dê um alô para o bom-senso e não se exponha tanto!

ERRAR É HUMANO… E PROFISSIONAL!

Se errar é humano, como diz o ditado, errar, nesse sentido, também é profissional. Nas empresas, e em particular em reuniões gerenciais, é frequente uma caça aos culpados, ou seja, àqueles que erraram.

Mas esse foco no erro é uma tendência a ser evitada, pois o caminho deve ser a busca de soluções. Em empresas onde a cultura é de tratar o erro abertamente, sem medo dele e encarando-o como uma oportunidade de aprendizado, as coisas tendem a fluir muito melhor. Milagre? Coincidência? Não! Fluem melhor porque os profissionais têm o sentimento de amparo, compreensão e ajuda mútua.

Vale lembrar: Quanto mais transparência, tolerância, solidariedade e abertura para se abordarem os erros, mais as pessoas se educam e adquirem autoconfiança.

ERRAR É HUMANO… E PROFISSIONAL


 
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CORTESIA, ARTIGO EM FALTA

A cortesia sempre foi fundamental para a vida em sociedade. Mas infelizmente constatamos que ela está, de fato, escassa. E pior ainda: apesar disso, nos flagramos sem fazer nada para melhorar as relações interpessoais. Noutras palavras: somos cúmplices do caos e da grosseria.

É preciso que, no dia a dia, com pequenos gestos, comecemos a reverter essa situação penosa para todos e, em particular, para aqueles que convivem nos ambientes de trabalho. Antes de medicarmos com tranquilizantes caros o estresse que a descortesia e a falta de educação geram, o que precisamos é resgatar uma convivência civilizada e generosa.

Essa missão não será difícil. Basta seguirmos algumas regras e voltarmos a expressar nossa preocupação com os outros, usando palavras e gestos de cortesia.

COLEGAS, COLEGAS, AMIGOS À PARTE

No ambiente de trabalho, onde se passa a maior parte do tempo, é natural surgirem relações que ultrapassam o limite do profissionalismo. Mas é preciso tomar certos cuidados, pois a amizade, nesse caso, pode ser um complicador.

Quando os vínculos emocionais falam mais alto, é difícil saber separar o lado pessoal do profissional, principalmente quando a amizade se dá entre pessoas com níveis hierárquicos diferentes. É comum também ocorrerem proteção ou punição como forma de compensar ou não uma relação amistosa, o que acaba prejudicando a atuação profissional.    

O ideal é que se evitem vínculos que possam prejudicar o desempenho profissional. Mas, se tiver amigos na empresa e essa relação estiver abalando seu profissionalismo, converse abertamente e exponha suas dificuldades. Afinal, no ambiente de trabalho, as questões profissionais devem estar acima das pessoais.



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