13 Ago 2008
Demissão nunca é um momento agradável: quer pelo lado do empregador, quer pelo lado do profissional. Para encarar essa situação delicada, a primeira atitude, se ela não for por justa causa, deve ser de muita calma. Isso possibilitará um diálogo mais equilibrado entre ambas as partes, sobretudo se a pessoa foi pega de surpresa. Nesse último caso, o melhor é pedir para voltar a conversar sobre o assunto com o ânimo mais serenado.
Se a demissão for por justa causa, o momento pode servir de reflexão, ou seja, o profissional deve fazer um exame de consciência com vistas a evitar no futuro as mesmas posturas e atitudes que o levaram a sair da empresa.
Enfim, qualquer que seja o motivo da demissão, o importante é o controle emocional. Ou, numa simples expressão, tão popular quanto certa: muita calma nessa hora!
3 Mar 2004
Em tempos de alta competitividade, é freqüente a necessidade das empresas cortarem custos e… demitirem. Isso, no entanto, requer cuidados especiais, sobretudo para que não haja pânico e desmobilização da equipe.
Para evitar maiores desgastes, é preciso deixar claras as razões das mudanças e os critérios de enxugamento. O medo — sentimento sempre negativo — deve ser, na medida do possível, trocado por uma visão de futuro.
Aos que permanecem é indispensável o apoio gerencial. Um apoio a se materializar em reciclagens e aperfeiçoamentos com vistas à competitividade e à posição da empresa no mercado.
E assim se constrói o futuro.
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