13 Mai 2009
Com a rotatividade no mercado de trabalho cada vez maior, as organizações têm valorizado bastante a lealdade de seus profissionais. Assim, os comprometidos com a missão e os resultados da empresa, preocupados com o avanço do trabalho em equipe e que agem de acordo com os valores da organização costumam ser vistos com bons olhos.
E não é para menos: uma equipe que caminha com um norte comum e em sintonia com os objetivos da própria organização muito provavelmente crescerá junto com ela. Por isso, é fundamental procurar sintonizar as expectativas pessoais, ou seja, do planejamento da carreira, às expectativas da empresa. Isso produzirá não apenas reconhecimento, mas satisfação pessoal.
Fica, portanto, a dica: procure realizar-se profissionalmente, sem perder de vista seu planejamento de carreira, mas aproveitando ao máximo as oportunidades que a sua empresa lhe oferece.
22 Set 2008
Dentre os diferenciais competitivos, um grande desafio está colocado para as empresas: o desenvolvimento da equipe. Embora inquestionável a sua importância, muitas organizações parecem não estar dispostas a adotar práticas que, de fato, desenvolvam um verdadeiro time de trabalho.
Nesse sentido, ainda são freqüentes, por exemplo, gestões em que coexistem falta de transparência, sistemas de privilégio, centralização de poder, critérios de demissão pouco claros e políticas de recursos humanos desestimulantes. Em ambientes como esses, dificilmente os profissionais trabalham como um time.
Para desenvolver equipes, as empresas devem, sobretudo, ter uma gestão aberta a críticas, compartilhar poder e investir em seus profissionais.
9 Jul 2008
A maior parte dos gestores acredita que, entre as suas atribuições, está a de acabar com os conflitos dentro da equipe. Poucos se dão conta, porém, de que essa tarefa é impossível, uma vez que os conflitos fazem parte da natureza humana.
Se, para obter resultados, o gestor precisa lidar com pessoas e onde há pessoas há conflitos, em última instância, um bom líder precisa saber gerir bem os conflitos. E o maior erro está em ignorá-los. Além de ter a consciência de que eles sempre vão existir, é preciso saber ouvir as opiniões diferentes, discutir as possibilidades e tentar encontrar as melhores soluções. O conflito deve ser encarado como um indutor de mudanças, e não um problema.
Uma equipe em que os conflitos são evitados ou ignorados é provavelmente uma equipe pouco produtiva. Afinal, as melhores idéias, muitas vezes, nascem em situações conflituosas!
29 Mai 2008
Uma prática bastante antiga, mas ainda comum nas organizações, é a centralização. Equipe não preparada, falta de tempo para repassar informações ou até mesmo medo de perder o cargo na hierarquia da empresa são alguns dos motivos. Mas será que concentrar atribuições assegura um lugar no futuro? A experiência vem ensinando que não.
A centralização excessiva prejudica tanto o gestor quanto sua equipe. O gestor sobrecarrega-se e dificilmente consegue atender às demandas da gestão nos prazos desejados, pois permanece excessivamente ocupado nas atividades mais operacionais da empresa. Já a equipe, além de não se desenvolver, sente-se subaproveitada.
Para crescer, é preciso descentralizar, desenvolver equipes de trabalho. Não há outro caminho. Quanto mais o gestor delega, mais tempo tem para a gestão de pessoas e mais importante se torna para a equipe e empresa.
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