3 Mar 2010
A forma como cada profissional lida com os problemas pode deixá-lo mais vulnerável ao estresse. Saber administrar essas situações é, portanto, essencial. Mas como fazer isso?
A fonte do estresse pode ser o próprio profissional, que sofre por querer dar conta de tudo e não respeita seus limites, por exemplo. É comum achar que a solução para o problema está na empresa ou na família. Engano. Para combater o estresse, é preciso aprender a lidar com a pressão e as cobranças — tanto no trabalho como na vida pessoal —, respeitar as limitações do corpo e administrar as frustrações de algumas expectativas não alcançadas. É essencial, portanto, saber dizer “não” sem culpa e estar preparado para as consequências.
Em vez de criar mecanismos para compensar o estresse (como consumo exagerado de cigarro, chocolate ou bebida), é preferível que o profissional encare o problema de frente, incluindo o “não” no seu vocabulário. Afinal, isso pode ser um “sim” para o seu bem-estar.
24 Fev 2010
Alguns profissionais demonstram sinais de estresse com tanta frequência que tem sido recorrente nas organizações a valorização de uma gestão do estresse. Já que saber as possíveis causas do problema ajudam na sua solução, é preciso identificar: quais são as fontes de estresse e seus impactos na vida dos profissionais?
Pode até não parecer, mas o estresse é uma doença antiga. Na verdade, ele possui uma estreita relação com a ansiedade das pessoas e a sua inabilidade em lidar com expectativas frustradas. O problema é antigo, mas as motivações são novas e mudam com o passar do tempo. Atualmente, os principais geradores de estresse para os profissionais são a busca pelo sucesso e reconhecimento no trabalho, a pressão social e familiar, tempo livre, status e dinheiro. Isso sem falar da vontade de fazer mais coisas do que o tempo permite.
Devido à relevância do tema, o Minuto Ágilis retornará ao assunto na próxima semana. Aguarde!
17 Fev 2010
Engana-se quem pensa que o clima organizacional depende exclusivamente da política e dos valores institucionais ou da forma de atuação do gestor. Na verdade, há uma terceira variável — igualmente importante, porém, muitas vezes, pouco levada em consideração nas empresas: a equipe.
Os profissionais influenciam diretamente o clima organizacional. Por isso, eles precisam ficar atentos à sua postura dentro da empresa e priorizar a gentileza e a cordialidade no ambiente de trabalho. Atitudes simples, como cumprimentar os colegas, ser prestativo e evitar fofocas sobre qualquer pessoa da equipe, facilitam a convivência diária. E fazem toda a diferença.
Portanto, as empresas precisam conscientizar os seus profissionais de que o clima organizacional é feito não apenas pelo gestor ou pela organização, mas também pelas pessoas. E o quanto antes todos estiverem cientes disso, melhor. Afinal, quando o clima é favorável, os resultados chegam mais rápido!
10 Fev 2010
Duas das principais habilidades exigidas do profissional para dar conta das novas exigências que se colocam para as organizações pernambucanas são multidisciplinaridade e inovação. Mas o que elas significam?
Multidisciplinaridade tem a ver com conhecimento, mas não somente o técnico. Cada vez mais, exige-se do profissional que ele esteja bem informado sobre as mais diversas áreas e que tenha o domínio de novos conceitos de gestão. Para isso, nada melhor do que a leitura diversificada. Quanto à inovação, engana-se quem pensa que ela somente seja conseguida quando se desconsidera o que já foi feito antes. Inovar passa, sobretudo, por realizar mudanças que tragam resultado, mesmo que pequenas e em processos já existentes. Ou seja, fazer diferente, atualizando e gerando ganhos tanto para os clientes quanto para a empresa.
Um profissional com essas habilidades provavelmente é alguém flexível e com vontade de aprender sempre. Portanto, cultive esses hábitos!