21 Jul 2010
No ambiente de trabalho, onde se passa a maior parte do tempo, é natural surgirem relações que ultrapassam o limite do profissionalismo. Mas é preciso tomar certos cuidados, pois a amizade, nesse caso, pode ser um complicador.
Quando os vínculos emocionais falam mais alto, é difícil saber separar o lado pessoal do profissional, principalmente quando a amizade se dá entre pessoas com níveis hierárquicos diferentes. É comum também ocorrerem proteção ou punição como forma de compensar ou não uma relação amistosa, o que acaba prejudicando a atuação profissional.
O ideal é que se evitem vínculos que possam prejudicar o desempenho profissional. Mas, se tiver amigos na empresa e essa relação estiver abalando seu profissionalismo, converse abertamente e exponha suas dificuldades. Afinal, no ambiente de trabalho, as questões profissionais devem estar acima das pessoais.
14 Jul 2010
Culturalmente, não estamos acostumados a receber críticas de forma positiva. Em geral, a primeira reação é emocionalmente carregada de discordância. Mas essa “defesa pessoal” impede que enxerguemos muitas oportunidades de melhora.
Todo profissional sabe que possui pontos de vulnerabilidade a serem melhorados. Isso é natural. Mas poucos têm a capacidade de escutar e a maturidade para refletir sobre uma crítica. Assim, preferem desconsiderá-la, em vez de ter disposição para pensar sobre ela.
Não tenha medo das críticas: ao contrário, procure explorá-las. Reflita sobre o que tem feito, pergunte para si mesmo “Por que as pessoas me enxergam assim?”, peça sugestões para possíveis alternativas aos seus pontos fracos, procure solucionar suas dúvidas.
Mesmo que não concorde com a forma como a crítica foi feita, tente focar o conteúdo. Até porque, por trás de toda crítica, existem diversas oportunidades de crescimento pessoal.
7 Jul 2010
Que lições podemos tirar do último jogo da Seleção Brasileira na Copa? Sem dúvida, entre várias outras, destaca-se a importância da estabilidade emocional do líder.
Foi unânime a constatação do desequilíbrio do time brasileiro no segundo tempo. Mas o comportamento do nosso técnico merece uma maior reflexão. Em momentos de crise, um líder não pode jamais perder o autocontrole, pois isso acaba se refletindo no comportamento de toda a equipe. O papel da liderança é ser firme; dar suporte antes da crise; e, quando ela estiver acontecendo, apontar as falhas, procurando sempre as soluções mais cabíveis.
Enfim, nas empresas ou no campo, diante de situações difíceis, o líder não pode perder a cabeça nem desacreditar da sua equipe. Isso pode passar a impressão de que o “jogo” já está perdido.
5 Jul 2010
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